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setembro 28, 2005
Nestas noites de inverno-primavera tenho pegado muito sereno. Assim vou terminar resfriada. Talvez não. Sereno ainda não guardou meu nome, aprende-o num minuto, esquece-o logo depois.
Escrito por NYCG | 05:28 PM
setembro 27, 2005
Jasmim


Escrito por NYCG | 09:46 PM
Menino, quem foi teu mestre?
meu mestre foi Salomão;
a ele eu devo dinheiro,
saber e obrigação.
Mas os segredos de São Cosme
quem sabe é São Damião, ê ê camará.
Escrito por NYCG | 06:46 PM
setembro 26, 2005
Na Pratinha, Chapada Diamantina

Escrito por NYCG | 04:59 PM
setembro 23, 2005
Lençóis, BA


Escrito por NYCG | 04:48 PM
Lençóis, BA


Escrito por NYCG | 01:45 AM
setembro 22, 2005
Essas coisas me fazem rir muito, porque se a gente for chorar...
A senadora Heloísa Helena partiu para cima de Valverde com uma caneta na mão, sendo contida pelo petista. A deputada Laura Carneiro (PFL-RJ) apartou e tirou a colega, que estava alterada, do meio da confusão. João Fontes também entrou no tumulto e a segurança do Congresso teve que conter os ânimos. A sessão acabou suspensa, sendo reaberta alguns minutos depois.
Dá vontade de colocar caps lock em PARTIU, CANETA, PFL, APARTOU, COLEGA, ALTERADA, CONFUSÃO, TUMULTO, SUSPENSA, MINUTOS. É um folhetim, pena que representa um país também.
Escrito por NYCG | 02:15 AM
setembro 19, 2005
Mais umas fotos de Lençóis, Bahia = pra não esquecer







Escrito por NYCG | 05:32 PM
setembro 17, 2005
Ligando pra um reduto do samba carioca:
Eu: É hoje que vai ter um baile funk aí?
Mulher: Baile funk? Não, minha filha, hoje é baile punk.
Eu: !!!
Escrito por NYCG | 09:32 PM
setembro 16, 2005
Vou mostrando como sou e vou sendo como posso. Jogando meu corpo no mundo, andando por todos os cantos.
E pela lei natural dos encontros, eu deixo e recebo um tanto. E passo aos olhos nus ou vestidos de lunetas.
Passado, presente, participo sendo o mistério do planeta.
O tríplice mistério do estoque, que eu passo por e sendo ele no que fica em cada um.
No que sigo o meu caminho e no ar que fez e assistiu. Abra um parênteses, não esqueça que independente disso eu não passo de um malandro. De um moleque do Brasil, que peço e dou esmolas.
Mas ando e penso sempre com mais de um, por isso ninguém vê minha sacola.
Mistério do Planeta
Os Novos Baianos
Galvão - Moraes Moreira
Escrito por NYCG | 03:55 PM
setembro 15, 2005
Minha prima fez uma lipo. Ela é magra e malha diariamente. E a dotôra tirou quase 3 litros de gordura da barriga, dos lados e costas. Atenção: não estamos envolvendo as partes abaixo da cintura nessa história. Quase 3 litros! So co rro!
Escrito por NYCG | 04:22 PM
setembro 13, 2005
"Ah, essas paixões na província", ria Halim. "É como estar no palco de um teatro, ouvindo a platéia vaiar dois atores, os dois amantes. E quanto mais vaiavam, mais eu perfumava o lençol da primeira noite".
milton hatoum, dois irmãos
Escrito por NYCG | 02:12 PM
setembro 10, 2005
when you let yourself go
where do you go?
Escrito por NYCG | 06:35 PM
setembro 09, 2005
Ontem na madrugada fiquei sabendo que o animal de estimação de S. morreu. Tinha muita dó do bicho, principalmente de sua jaulinha, e senti um certo alívio em saber que ela passou desta. Sabia que S. estava sofrendo muito e resolvi telefonar. Ficamos uma hora e meia conversando e foi bom. Talvez a melhor conversa em 6 meses. É de cortar o coração quando alguém diz "I hope she had a good life", a frase traz tanta incerteza, mesmo que esteja se referindo a um bicho e que eu seja uma insensível a esse respeito.
Pra mim animais só aqueles soltos na natureza, zoológicos me deprimem, um show de horrores, aquários então... nem se fala.
Mas eu não queria falar sobre isso. Queria falar sobre saudade.
Escrito por NYCG | 05:41 PM
setembro 08, 2005
Todas as vezes que acontecem essas grandes tragédias da natureza e mesmo guerras fica difícil precisar quantos morreram. Quantos? 10, 20 mil, 100 mil, 1 milhão. Esses números fazem pouco sentido quando não somos diretamente afetados. Não sei se é proteção ou uma incapacidade do ser humano de lidar com números, que se não lhe tocam diretamente, são abstratos. Morre-se tanto no Iraque que me admira que ainda tenha sobrado alguém vivo naquele país. Todo o dia morre-se pelo mundo afora, quantos são? Quem são? Um pontinho de luz que se apaga, um grãozinho de areia que sai da beira da praia e volta ao oceano.
No caso do Katrina, fala-se muito na "falta de compaixão" e numa "indiferença ao sofrimento" do governo Bush perante os desabrigados. Infelizmente não é só uma questão política.
Essa sou eu, quinta-feira de tarde, nublado-vai-chover, pensando se vou no Flamengo, no supermercado ou no banco, mas com uma preguiça diante disso tudo, sentindo essa dorzinha que é viver e pensar no destino desafortunado de tantos nessa vida. Daí tudo se banaliza, nada atinge uma esfera pessoal, e o que a gente faz pra se sentir menos inútil?
***
lendo o ny times, que pergunta!
Is it lonely being an idealist in a culture obsessed with self-advancement?
That question requires another cup of coffee.
e na coluna de thomas l. friedman:
As my Democratic entrepreneur friend Joel Hyatt once remarked, the Bush team's philosophy since 9/11 has been: "We're at war. Let's party."
Escrito por NYCG | 03:12 PM
Niemeyer, Mundo Novo
Então foi isso que aconteceu. Eu tava trabalhando num comercial que durou muitos e muitos dias. Bati um recorde que espero não alcançar novamente tão cedo, trabalhei 36 horas seguidas. Estou acostumada com dias longos, mas esse foi inacreditável. Tão inacreditável que eu cheguei em casa, dormi durante uma hora e fui pra uma festa. Quando eu dei por mim, estava na Avenida Niemeyer, terra estrangeira, tinha cruzado a twighlight zone.
Parênteses 1:
Estranho, quando eu tinha um trabalho 'normal', não tinha energia pra nada, mal queria sair de casa. Agora tenho uma energia que nunca termina e minha vontade de voltar pra casa é nula.
Parênteses 2:
Quando a gente quer dar uma de sabe-tudo, sempre se ferra. Não sei porquê fui logo comentar com um americano que brasileiro era bom de geografia. Eu devia ter desconfiado que o rapaz tinha cara de gênio da lâmpada e eu iria me dar mal de qualquer maneira. Daí ele me pergunta qual é a capital do Canadá. Vácuo, vácuo, vácuo. Não consigo lembrar, passo e repasso todas as cidades canadenses que eu conheço, mas eu sabia que não era nenhuma delas. Nem arrisquei a resposta, nem quis chutar. Com um sorrisinho, ele disse: a capital é Ottawa. Ainda completou, matador: o Canadá é o segundo maior país do mundo, como é que você não sabe o nome da capital? Cometi dois erros, primeiro pela generalização, segundo por contar vantagem e incluir meus compatriotas. Isso não se faz, principalmente quando se está frente a frente com o gênio da lâmpada.
Quando fui contar essa história pra uma amiga, ela resolve me perguntar qual é a capital da Austrália. Agora virou gincana! Sem pestanejar, respondo: Canberra. A rapidez da resposta não causou nenhum efeito na minha amiga. Impressionar amigos não tem mesmo nenhuma graça ou mérito.
Fecha parênteses.
Dois dias depois, desnorteada, fui parar numa festa numa rua que fica há 5 minutos da minha casa e que eu nunca tinha ouvido falar. É incrível como os morros do Rio de Janeiro escondem várias passagens secretas. Rua Mundo Novo. Só saí de lá no outro dia carregando um vaso de flores amarelas e um bilhete de amor.
Escrito por NYCG | 01:30 AM
setembro 07, 2005
Última parte em verde e amarelo





Escrito por NYCG | 06:36 PM
setembro 05, 2005
Parte 2





Escrito por NYCG | 08:40 PM
Ainda imagens de Salvador, último dia, parte 1 de 3 ou 4




Escrito por NYCG | 12:02 AM